quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Pomar babilônico


Suspenderam os meus pomares,

Como os jardins babilônicos.

Porque os meus pomares

São sempre os melhores.

Porque lá, em paz,

É onde eu posso me esticar

Na relva sob frondosas árvores...

Lá o cheiro é bom,

Tem hálito de frutas e

Perfume de flores.

Lá as borboletas ainda existem e

Gozam de pétalas a flor.

As nuvens são de algodão e

O céu de um azul imperial.

Lá não existe dor.

O lugar de meu repouso

É num imenso pomar

Recostado em macieiras ou cerejeiras

Basta escolher...

Meu lugar é encantado, secreto,

Mágico.

Em meu pomar não têm serpentes

Apenas maças para saborear.

De felicidade contínua e plena paz

O lugar onde eu repouso é belo

E é lá que eu quero jazer.

Na imensidão de fartas árvores,

De odores saborosos

E tranqüilidade imortal


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