
Suspenderam os meus pomares,
Como os jardins babilônicos.
Porque os meus pomares
São sempre os melhores.
Porque lá, em paz,
É onde eu posso me esticar
Na relva sob frondosas árvores...
Lá o cheiro é bom,
Tem hálito de frutas e
Perfume de flores.
Lá as borboletas ainda existem e
Gozam de pétalas a flor.
As nuvens são de algodão e
O céu de um azul imperial.
Lá não existe dor.
O lugar de meu repouso
É num imenso pomar
Recostado em macieiras ou cerejeiras
Basta escolher...
Meu lugar é encantado, secreto,
Mágico.
Em meu pomar não têm serpentes
Apenas maças para saborear.
De felicidade contínua e plena paz
O lugar onde eu repouso é belo
E é lá que eu quero jazer.
Na imensidão de fartas árvores,
De odores saborosos
E tranqüilidade imortal
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