
Cordas vocais em verborragia,
Seca, nua e grotesca
Quero injuriar problemas assoladores
E maldizer os que maldizem
Quero escarnecer a pseudo-inteligência
E a inutilidade da razão
Chega dessa ladainha abastada
Cheias de coloquialismo mentiroso
E formalidades melindrosas
Desejo um pouco de limbo aos que me usam
E tentam me fazer de fantoche
Bastam-me os covis que enfrento diariamente.
Se tentarem acabar com meu ponto de equilíbrio
Aborreço pavorosamente virulento
Transbordando fel
Meu dia está nevoento, mesmo com o sol raiado.
Abespinhado. Isto basta por hoje!
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