quinta-feira, 25 de novembro de 2010

O negrume do céu

No céu de meu Deus voei

Eu vi a noite tão negra como nunca tinha notado,

E nuvens tão próximo que quase podia senti-las

E a lua quase na mesma linha do horizonte,

Bela, cheia e iluminada

E o céu de cabeça para baixo virou,

Pois as cidades que debaixo passavam

Constelações pareciam

E vi mistério

Luzes cintilantes cruzaram

O negrume indescritível

Por hora subiam,

Por vezes desciam

Em outras de estrelas se disfarçavam

E sumiam...

Imaginação ou não,

Me encantei com a imensidão

Do escuro que nunca tinha visto

Da ilusão.

Bruma flutuante,

De fumaça refletida à luz lunar

Olhos marejados

Cadivo perante a indescritível imagem

Da a Noite, Nuvens e o Escuro

Dominador e imaginário

Escuro de céu diamante.

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