Não tenho medo do escuro Sequer tenho medo do inseguro
Nem acho fantasma em minha voz
Eu preciso ficar só
Pensar sozinho os meus pensamentos
E livrar-me, quem sabe, do hipómanes
Lançado por uma bruxa qualquer
Inexoravelmente estarei oculto
Na oportunista solidão que me afligiu
Solidão que faz bem
Épica exceção do prazer
Por acompanhado estar
Confrangedor devaneio de uma criatura
Que de distância precisa
No logradouro do coração da rua Isolamento
Nenhum comentário:
Postar um comentário