
Nela, almas errantes se aproximam daquelas que são certas. O mal se verte para o bem, o sexo para o amor, a verdade para a mentira e a esperança para a frustração, entretanto, nem só infortúnios acontecem na rua do encontro e da voraz azáfama das pessoas, duas palavras, um olhar e um beijo são capazes de parar o tempo, mexer o coração e mudar o curso das coisas.
E foi assim que aconteceu nesta tão esfuziante rua, em um belo dia de acaso e não seria nada mais, nada menos que um encontro... Mas não foi um encontro comum. Do céu estrelado, coberto em fogo, sol e ouro, oriundo da constelação Leonis, o Leão, fora encarnado e revelado tal qual se faz em uma carta de tarô, como o mensageiro de boas novas.
E eu, agraciado por tal encontro comecei a me perguntar se Ele vinha de Leonis ou de Marte, pois é de Marte que dizem que vêm os homens. É, até pode ser, mas é de Leonis que grata surpresa me chegou, me afagando e me conquistando sentimento, coração e sentidos. Agora sequer olho para o céu. Já não vejo constelações, pois de lá desceu a estrela que ilumina meu caminho, aqui na Terra, na rua do encontro.
E eu, agraciado por tal encontro comecei a me perguntar se Ele vinha de Leonis ou de Marte, pois é de Marte que dizem que vêm os homens. É, até pode ser, mas é de Leonis que grata surpresa me chegou, me afagando e me conquistando sentimento, coração e sentidos. Agora sequer olho para o céu. Já não vejo constelações, pois de lá desceu a estrela que ilumina meu caminho, aqui na Terra, na rua do encontro. DE ONDE EU VIM? DE LEONIS OU DE MARTE?
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