
Bebo do cálice da vida, toda gota que forma o vinho
Embriagando-me nos minutos que esvaem meu fôlego
Errante do copo que nunca transborda
Consumista da doce tentação do estar em vida e na ávida vida
Vida que vida boa, que vida torta, que vida à toa.
A doce miragem do bom amanhã...
Do viver, no choro, no farto, na tristeza, na melancolia
Renascimento na alegria.
O fardo da labuta, da luta, da multa pelos passos errados, cansados e maltratados
O ânimo do acerto, do apego, do esmero por vida.
Vida que é vida, que é bela vida, que zela vida e reza vida.
Toma-me a paixão...
Por respirar, por me animar, por batalhar e por caminhar
Ao destino que não se revela que se desvenda e que se descobre
Num infinito achar, encontrar, buscar.
Numa esquina felicidade
Noutra, maldade
À direita amor,
À esquerda ódio,
No caminho encontros, desencontros, risos e choros
À toa vida é, torta ela se faz, boa é uma questão de escolha, de sentimento
Rezo a vida
Zelo a vida,
Bela vida
Vida que é vida é vivida.
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