terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Moribundo repouso


O dia em moribundo repouso

Vai-se quando o sol falece no horizonte

Levando a majestade solar ao

Sepulcro da noite que nasce em exuberância

O lusco-fusco angustia,

Ofusca os olhos e a mente vagueia vazia.

A tarde não tem pressa e se prepara

Deliciosamente morna

Para a morte do dia e o nascimento da noite

Melancolia irresistível pra se amorenar no sol,

Que triste de ir embora não quer anoitecer.

Partida do sol que mexe com o coração alado

Faz-se noite, faz-se o escurecer

Dia e noite se revezam em vinte e quatro

Quilates mais valiosos do que sã consciência

Pode perceber.

O tempo não espera por ninguém

Veja como a luz é devorada pela escuridão,

Não há arauto da salvação mais perfeito do que o silêncio.

Nele há de se mergulhar e no renascimento do sol

O renascimento para a vida,

Pois do negro... O dia.

É sempre bom lembrar que

O tempo não espera por ninguém

Ele sempre muda.

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