
Dias frios, dedos gelados, coração palpitante como a única coisa capaz de espantar o tremor de músculos tencionados pelo ar marinho. Salmoura nas narinas e dedos trêmulos; o outono carioca virou era glacial em pleno quatorze de junho. Restam ainda sete dias para o solstício de inverno, mas as ninfas do frio mandam mensagem do que vem pela frente. Arpoador, templo sagrado da orla mar sul que de tabernaculo serviu para o encontro de duas fagulhas divinas, mortais e morais. Palavras desencontradas, desengonçadas e engraçadas. Olhares tímidos, analisadores e observadores, dois destinos completamente desconhecidos se cruzam. Dias frios... Acho que não mais!
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