sábado, 27 de março de 2010

Findings moderate


Not to worship my body was not in love with myself. I worship my body, respecting it, loving it and watching over their operation.

Zeal for my body when quit smoking.

Zeal of my body when I know when to stop drinking.

Zeal of my body when I want to sleep and sleep.

Anyway, I do it sparingly and security for all who collect me.

Drink, dance, love, sex, kissing, smoking, masturbating, watching TV, listening to music, work, eat in moderation with appreciation.

MODERATION.

A caixa do tesouro


Todo sonho ou pesadelo representa pra mim uma prezada relíquia a ser preservada, pois carrego em minhas concepções que estas terras “Sonhos” e “Pesadelos” são mundos paralelos à realidade.

Quando guardados transformam-se em tesouros valiosos, proféticos, enigmáticos ou sem qualquer intenção ou sentido.

Minha caixa guarda um tesouro mais valioso que ouro puro ou jade precioso, das entranhas de qualquer lugar; guarda a imaginação.

domingo, 28 de fevereiro de 2010

No fundo de minha alma








No fundo de minha alma há solidão e um frio que suplica por aconchego.

No âmago de meus escudos há receio da penumbra do “nada” e “ninguém”.

É bom ter quem toque quem dê beijo!

No fundo de meu ser, há temeroso sofrimento por não estar, por não acompanhar.

É magnânimo sorrir e estar feliz.

Quem me dera amor eterno!

Quem me dera paixão avassaladora para sempre!

De chama que arde incandescente

E toca o meu pensar.

Sabe o que tem no fundo de minha alma?

Eu não sei.

sábado, 27 de fevereiro de 2010

Mistura




Sou uma mistura, uma pitada de cada: a infantilidade, a sensualidade, a suscetibilidade, a maleabilidade, a magnanimidade, a acuidade, o mimetismo, a sagacidade, a benevolencia, a paixão, uma certa reserva própria e uma tendência a desligar-se. Com tantos atributos contraditórios somados numa só pessoa, EU só poderia ser o que sou.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

O vento


O vento cantou em meus ouvidos uma melodia desigual

Revelou aos meus segredos o caminho que devia seguir

Cochichou mistérios que não se podem revelar

O vento apagou a incerteza da ilusão

Alimentada por minha candeia de razão

Ele que corre o mundo, livre e solto.

Ninguém pode prender o vento!

Não, não pode!

Que traz boas notícias de viagens

Que nunca podem acabar

Acudam-me de meus pesares,

Pois o vento quer me levar.

O vento soprou enquanto eu descia

Por caminhos perigosos

Alerta. Cuidado, ele dizia...

No peito um coração que sofria

Ainda que a alma sorria

O vento, que acompanha meus rumos

E que da Norte às minhas decisões

O vento.

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Trapos do caminho


Das pessoas esperamos a opinião sobre nossos próprios atos, mas isso para aqueles que se preocupam mais com as opiniões do que consigo mesmo. Pra mim vale o que me faz feliz e o que me deixa alegre e não aquilo que acham bom. Estou de saco cheio dos trapos do caminho, pois eles confundem o que você tem de seda. Vale mais a honestidade daquilo que sou a falsidade daquilo que esperam que eu seja. E daí? Morram os hipócritas. Não sou santo, nem muito menos de pau-oco. Quer saber do mais? Estou transbordado e com cólicas pela idiotice dos tolos. Bastam-me meia dúzia de palavras para vomitar o meu mau humor e hoje estou mesmo amargo, azedo e de sentimento fétido.

sábado, 13 de fevereiro de 2010

Vida de volta


Quero que isso termine logo

Quero minha vida de volta

Quero me deliciar em meus livros

Me avermelhar em minhas praias

Me embriagar em meus bares

Me esbanjar com meus amigos

Me deliciar com meus prazeres

Quero que Momo e sua corte

Voltem para o obscuro da imaginação humana

Levando consigo a doce ilusão que se acaba

Na quarta-feira de cinzas

E em cinzas que fiquem todos os meus torpores

Quero meu verdadeiro Sossego de volta

Pois ele sim é minha vida.