quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

O vento


O vento cantou em meus ouvidos uma melodia desigual

Revelou aos meus segredos o caminho que devia seguir

Cochichou mistérios que não se podem revelar

O vento apagou a incerteza da ilusão

Alimentada por minha candeia de razão

Ele que corre o mundo, livre e solto.

Ninguém pode prender o vento!

Não, não pode!

Que traz boas notícias de viagens

Que nunca podem acabar

Acudam-me de meus pesares,

Pois o vento quer me levar.

O vento soprou enquanto eu descia

Por caminhos perigosos

Alerta. Cuidado, ele dizia...

No peito um coração que sofria

Ainda que a alma sorria

O vento, que acompanha meus rumos

E que da Norte às minhas decisões

O vento.

Um comentário:

  1. Adorei!

    O vento é como o sopro da vida!

    um grande bjo

    Guilherme Esch

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