
O vento cantou em meus ouvidos uma melodia desigual
Revelou aos meus segredos o caminho que devia seguir
Cochichou mistérios que não se podem revelar
O vento apagou a incerteza da ilusão
Alimentada por minha candeia de razão
Ele que corre o mundo, livre e solto.
Ninguém pode prender o vento!
Não, não pode!
Que traz boas notícias de viagens
Que nunca podem acabar
Acudam-me de meus pesares,
Pois o vento quer me levar.
O vento soprou enquanto eu descia
Por caminhos perigosos
Alerta. Cuidado, ele dizia...
No peito um coração que sofria
Ainda que a alma sorria
O vento, que acompanha meus rumos
E que da Norte às minhas decisões
O vento.
Adorei!
ResponderExcluirO vento é como o sopro da vida!
um grande bjo
Guilherme Esch