domingo, 28 de fevereiro de 2010

No fundo de minha alma








No fundo de minha alma há solidão e um frio que suplica por aconchego.

No âmago de meus escudos há receio da penumbra do “nada” e “ninguém”.

É bom ter quem toque quem dê beijo!

No fundo de meu ser, há temeroso sofrimento por não estar, por não acompanhar.

É magnânimo sorrir e estar feliz.

Quem me dera amor eterno!

Quem me dera paixão avassaladora para sempre!

De chama que arde incandescente

E toca o meu pensar.

Sabe o que tem no fundo de minha alma?

Eu não sei.

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