
No fundo de minha alma há solidão e um frio que suplica por aconchego.
No âmago de meus escudos há receio da penumbra do “nada” e “ninguém”.
É bom ter quem toque quem dê beijo!
No fundo de meu ser, há temeroso sofrimento por não estar, por não acompanhar.
É magnânimo sorrir e estar feliz.
Quem me dera amor eterno!
Quem me dera paixão avassaladora para sempre!
De chama que arde incandescente
E toca o meu pensar.
Sabe o que tem no fundo de minha alma?
Eu não sei.
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