Engrenagens e fitas de aço dão impulso à uma dose melancólica
Um caleidoscópio desfragmenta um coração de vidro sob os pés
De uma bailarina de alma rosada
E o som fino e simpático corta o silêncio e quase para o coração
E por instantes um mergulho no passado.
E lágrimas forçam os olhos cerrados presos em imagens
Que se formam e somem como num passe de mágica
Um dó de tristeza se funde no corpo presente
Olhos abertos e lá ela a girar, graciosamente
Nem percebia o tempo passar
E o tempo passou...

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