domingo, 11 de julho de 2010

Palavras embaralhadas


O sublime de admirar a vida levou os tatos de meus trêmulos dedos. Levou consigo a sensatez do que é certo e daquilo que é errado. O ébrio de minhas bebidas me deixou mais sensível. A racionalidade deixou de existir. O que é real mesmo? O que é confuso? O que é mentira? Idéias embaralhadas, noite embriagada e eu? Fui amigo até pouco tempo atrás. Estou sozinho escrevendo agora. Algoz dos meus porquês? Acho que não. E Se for? E daí? Dane-se. Quero dormir agora e esquecer-me desse mundo que tanto faz sofrer... mas é belo por sinal. Contudo, eu amo viver.

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