
Diz-me aquele que não é confuso? Ou propenso a falhar? Qual o indivíduo que não tem suas indecisões e tira suas próprias conclusões? Qual ser vivo que nunca se tornou indeciso por isso ou aquilo? Que pessoa em perfeito estado nunca teve medo? Receios fazem parte da vida? Mas por quê? E porque isso? Ou porque aquilo? Qual o cara que nunca deixou de amar para ser amado? Ou deixou de ser amado para amar? Quantas vezes você se negou ao certo? Em quais momentos se entregou ao censurável? As prioridades? Quais são?Ontem? Hoje? Amanhã? Mais tarde ou nunca mais? Eu? Você? Nós dois? Nenhum de nós? Quantas são mesmo as perguntas que fazemos sobre nossas dúvidas e nossas incertezas? Escolho essa passagem? Ou aquela ali? Paro? Sigo? Avanço? Ou desisto? Na realidade onde é que estamos? E porque estamos aqui? Qual o real sentido de nossas decisões? Somos donos de nossos destinos ou meros instrumentos de um acaso celestial? Na realidade porque temos tantas dúvidas? Acho que acabo por concluir que o que move a vida não são as respostas, são as perguntas.
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