domingo, 20 de novembro de 2011

Não sou inexorável



Minhas conclusões, idealismos e até paixões
Não são cheias de inexorabilidade.
Nada é eterno quando nos permitimos mudar.
Mudar a direção, o caminho, a vontade... O querer
Nunca fui inexorável, assim nunca me cansei
E estou sempre experimentando o novo.
A novidade é boa e rejuvenescedora.

Quando jovem detestava política,
Hoje entendo o significado e importância de ternos e gravatas
Achincalhava os admiradores de Robertos Carlos
E agora até me emociono com aqueles cabelos grisalhos
E certas melodias acústicas!

Mas nem tudo muda, pois continuo não
Gostando de matemática e da complexidade de
Certas regras gramaticais.

Mas mudo, mudo mesmo. Mudo sempre!
Voltei a gostar até de natal e do “ho, ho, ho” do lúdico velhinho.
Um dia posso deixar de gostar de cerveja e
Apaixonar-me loucamente por doces...

Não trato a mudança de opinião como fraqueza de personalidade,
Mas como maturidade de entendimento.
Assim sigo na longanimidade minha.
Viver e mudar faz bem.
Nada deve ser paradigmal
A graça e prazer estão intrinsicamente ligados à
Mudança!

Portanto,
Institua, junte, invente, constitua o que
Quiser na hora que você quiser... Viva!
De Vida o jogo, mudar, é a regra principal.

Mude!

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