
Madrugada, azul sem luz, dias de brinquedo em perfeição assim me veio e eu me entreguei
Inocentemente, como um selvagem, como um brilho esperto dos olhos de um cão.
Amor, meu nobre e encarnado amor, diz que pode, sem pudor e depois morde minhas costas sem querer .
Devoro-lhe, assim como um leão que caça o medo e transpiro-lhe o meu caminho nesse mundo que é teu corpo meu.
Amo-lhe como um pavão de calda exuberante que de tudo faz para conquistar.
Um brilho incerto e maníaco dos que nunca perdem pouco, nunca levam pouco do amor. Mas se um dia eu me der bem, vai ser sem jogo.
Fidelidade já me traiu e me azedou. Amor me adoça e me faz viver, mas também trai. Sabe, eu quero só paixão sobre os segredos da vida é mais saboroso e dói menos.
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